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Título: ESQUEMAS MATERNOS COMPARAÇÃO ENTRE MÃES COM E SEM RISCO DE INSEGURANÇA ALIMENTAR

Título alternativo: MATERNAL SCHEMAS COMPARISON BETWEEN MOTHERS WITH AND WITHOUT RISK OF FOOD INSECURITY

Autoria de: Lais Gabriela Reis do Nascimento

Orientação de: Lilian Goncalves Teixeira

Coorientação de: João Paulo Lima de Oliveira

Presidente da banca: Lílian Gonçalves Teixeira

Primeiro membro da banca: Marcella Lobato Dias Consoli

Segundo membro da banca: Giovana Oliveira Mendonça

Palavras-chaves: estilos parentais, insegurança alimentar, práticas alimentares, materno-infantil, vulnerabilidade psicossocial.

Data da defesa: 18/06/2026

Semestre letivo da defesa: 2026-1

Data da versão final: 04/07/2026

Data da publicação: 04/07/2026

Referência: Nascimento, L. G. R. d. ESQUEMAS MATERNOS COMPARAÇÃO ENTRE MÃES COM E SEM RISCO DE INSEGURANÇA ALIMENTAR. 2026. 29 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Nutrição Bacharelado)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2026.

Resumo: Introdução Os estilos parentais, compreendidos como padrões de interação entre pais e filhos caracterizados pelos níveis de responsividade e exigência, influenciam o desenvolvimento infantil e as práticas alimentares no ambiente doméstico. A insegurança alimentar representa um desafio persistente no Brasil, afetando especialmente famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Objetivo Comparar os domínios do estilo parental materno e o risco de insegurança alimentar em famílias com crianças de 0 a 6 meses residentes em Lavras, Minas Gerais. Metodologia Estudo transversal, quantitativo e observacional, com amostra composta por 78 mães recrutadas de forma online e presencial entre fevereiro e setembro de 2025. Os instrumentos utilizados foram o Questionário de Estilos Parentais de Jeffrey Young, adaptado para o contexto brasileiro por Souza e Oliveira (2022), e a Triagem para Risco de Insegurança Alimentar (TRIA). A análise estatística incluiu os testes de Mann-Whitney e t de Student, com nível de significância de p0,05. Resultados A maioria das participantes era preta ou parda (64,1), casada ou em união estável (48,7), dona de casa (59,0) e apresentou risco de insegurança alimentar (66,7). Foram identificadas associações estatisticamente significativas entre o risco de insegurança alimentar e os domínios abandonoinstabilidade materna (p0,024), defectividade materna (p0,047) e autocontroleautodisciplina insuficientes maternas (p0,037). Conclusão Os resultados indicam que experiências parentais marcadas por instabilidade afetiva, sentimentos de inadequação e dificuldades de autorregulação estão associadas ao risco de insegurança alimentar, reforçando que essa condição ultrapassa a dimensão econômica e envolve aspectos psicossociais da história de vida materna. Tais achados apontam para a necessidade de políticas públicas que integrem suporte emocional e fortalecimento de vínculos às estratégias de promoção da segurança alimentar e nutricional.

Abstract: Introduction Parenting styles, understood as patterns of parent-child interaction characterized by levels of responsiveness and demandingness, influence child development and feeding practices within the household. Food insecurity remains a persistent challenge in Brazil, particularly affecting families in socioeconomically vulnerable situations. Objective To compare the domains of maternal parenting style and the risk of food insecurity in families with children aged 0 to 6 months living in Lavras, Minas Gerais, Brazil. Methods Cross-sectional, quantitative, observational study with a sample of 78 mothers recruited online and in-person between February and September 2025. Data were collected using the Young Parenting Inventory, adapted for the Brazilian context by Souza and Oliveira (2022), and the Triagem para Risco de Insegurança Alimentar (TRIA), a validated two-item food insecurity screening tool. Statistical analysis included the Mann-Whitney and independent samples t-tests, with a significance level of p0.05. Results Most participants were Black or mixed-race (64.1), married or in a stable union (48.7), homemakers (59,0), and presented food insecurity risk (66.7). Statistically significant associations were found between food insecurity risk and the maternal domains of abandonmentinstability (p0.024), defectivenessshame (p0.047), and insufficient self-controlself-discipline (p0.037). Conclusion The findings indicate that parenting experiences marked by affective instability, feelings of inadequacy, and self-regulation difficulties are associated with food insecurity risk, reinforcing that this condition extends beyond economic factors and involves psychosocial aspects of maternal life history. These results highlight the need for public policies that integrate emotional support and attachment strengthening into food and nutritional security promotion strategies.

URI: https://sip.prg.ufla.br / publico / trabalhos_conclusao_curso / acessar_tcc_por_curso / nutricao/index.php?dados=20261202220366

URI alternaviva: sem URI do Repositório Institucional da UFLA até o momento.

Curso: G023 - NUTRIÇÃO (BACHARELADO)

Nome da editora: Universidade Federal de Lavras

Sigla da editora: UFLA

País da editora: Brasil

Gênero textual: Trabalho de Conclusão de Curso

Nome da língua do conteúdo: Português

Código da língua do conteúdo: por

Licença de acesso: Acesso aberto

Nome da licença: Licença do Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras

URI da licença: repositorio.ufla.br

Termos da licença: Acesso aos termos da licença em repositorio.ufla.br

Detentores dos direitos autorais: Lais Gabriela Reis do Nascimento e Universidade Federal de Lavras

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