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Título: AÇÃO in vitro DE PROTEASES E QUITINASES SOBRE Rhizoctonia solani

Autoria de: Dyesse Pollyane Ferreira

Orientação de: Filippe Elias de Freitas Soares

Coorientação de: Debora Castro Toledo de Souza

Presidente da banca: Filippe Elias de Freitas Soares

Primeiro membro da banca: Jorge Teodoro de Souza

Segundo membro da banca: Sebastião Márcio de Azevedo

Palavras-chaves: Proteases, quitinases, fungos fitopatogênicos, controle bioquímico, enzimas

Data da defesa: 03/06/2026

Semestre letivo da defesa: 2026-1

Data da versão final: 19/06/2026

Data da publicação: 19/06/2026

Referência: Ferreira, D. P. AÇÃO in vitro DE PROTEASES E QUITINASES SOBRE Rhizoctonia solani. 2026. 33 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia Bacharelado)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2026.

Resumo: A rizoctoniose, causada pelo fungo polífago Rhizoctonia solani, representa um grande desafio fitossanitário devido à sua persistência no solo e à sua ampla gama de hospedeiros. Comumente, o controle é baseado em fungicidas químicos, um método bastante questionado na atualidade, devido aos riscos de toxicidade ao produtor, animais e ambiente e pela seleção de genótipos resistentes. Tais efeitos, impulsionam a busca por alternativas mais sustentáveis. Diante disso, o uso de enzimas hidrolíticas - proteases e quitinases - surge como uma estratégia promissora e ambientalmente amigável de controle dessa doença. Nesse contexto, essa pesquisa propôs avaliar, em condições in vitro, a atividade antifúngica de hidrolases sobre R. solani. Para isso, foram investigadas enzimas de diferentes origens, fúngica ???????? obtidas a partir de extratos brutos livre de células de Beauveria bassiana (IP361) (EBREB), Dudingtonia flagrans (AC001) (EBRED) e Penicillium brevicompactum (EBREP) ???????? e de origem vegetal, representada pela papaína pura. Para a obtenção dos EBREB, EBRED e EBREP, os fungos foram cultivados em meio de cultura sólido e incubados em B.O.D. à 26±1 ????C por 10 dias. Em seguida, realizou-se uma extração aquosa que foi filtrada e centrifugada a 10.000 g. A atividade enzimática foi mensurada pelos métodos caseinolítico (para proteases, com pH 7,0 e 37±1????C EBREB e EBREP, com pH 8,0 60±1????C para EBRED) e quitinolítico (para quitinases pH 7,5 e 37±1????C para EBREB e EBREP, e 60±1????C para EBRED). O experimento foi dividido em 6 tratamentos (T1) controle (água destilada), (T2) EBREB, (T3) EBRED, (T4) EBREP, (T5) papaína 10 (mv) e (T6) papaína 30 (mv). Posteriormente, foi realizada a imersão dos escleródios de R. solani, que então foram transferidos para placas de Petri contendo meio BDA (ágar batata dextrose) (4 mv) e incubados a 26±1????C por 24 h em B.O.D. Os resultados foram analisados por análise de variância, em níveis de significância de 1 e 5 e pelos testes t e de Tukey. Os grupos tratados com extratos brutos ricos em enzimas obtiveram uma redução do Índice de Crescimento Micelial (ICM) de 19, 32 e 46 para EBREB, EBRED e EBREP, respectivamente. Enquanto isso, os grupos tratados com as soluções enzimáticas de papaína a 10 e 30 apresentaram uma redução de ICM correspondente a 15 e 23, respectivamente. Embora não tenha sido observada a inibição da germinação dos escleródios nas condições testadas, a redução expressiva do crescimento micelial reforça o potencial dessas enzimas como ferramentas biotecnológicas. Essa pesquisa conclui que o emprego de enzimas hidrolíticas, especialmente as de B. bassiana, D. flagrans, P. brevicompactum e da papaína, representa uma alternativa promissora para o controle in vitro de R. solani, alinhada às demandas por um manejo agrícola mais sustentável e integrado. Contudo, estudos adicionais avaliando a virulência e a realização de testes in vivo são necessários para validar esta pesquisa e confirmar a eficácia do tratamento em condições reais de campo.

URI: https://sip.prg.ufla.br / publico / trabalhos_conclusao_curso / acessar_tcc_por_curso / agronomia/index.php?dados=20261202210543

URI alternaviva: sem URI do Repositório Institucional da UFLA até o momento.

Curso: G001 - AGRONOMIA (BACHARELADO)

Nome da editora: Universidade Federal de Lavras

Sigla da editora: UFLA

País da editora: Brasil

Gênero textual: Trabalho de Conclusão de Curso

Nome da língua do conteúdo: Português

Código da língua do conteúdo: por

Licença de acesso: Acesso aberto

Nome da licença: Licença do Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras

URI da licença: repositorio.ufla.br

Termos da licença: Acesso aos termos da licença em repositorio.ufla.br

Detentores dos direitos autorais: Dyesse Pollyane Ferreira e Universidade Federal de Lavras

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