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Título: FENOTIPAGEM DE LINHAGENS DE MILHO PARA TOLERÂNCIA À DETERIORAÇÃO DE SEMENTES PÓS-COLHEITA

Autoria de: Luiz Fernando Novais

Orientação de: Heloisa Oliveira dos Santos

Presidente da banca: Heloisa Oliveira dos Santos

Primeiro membro da banca: Marilia Mendes dos Santos Guaraldo

Segundo membro da banca: Anna Carolina Abreu Francisco da Costa

Palavras-chaves: Deterioração controlada, colheita em espigas, milho, variabilidade genética, fenotipagem.

Data da defesa: 02/06/2026

Semestre letivo da defesa: 2026-1

Data da versão final: 19/06/2026

Data da publicação: 19/06/2026

Referência: Novais, L. F. FENOTIPAGEM DE LINHAGENS DE MILHO PARA TOLERÂNCIA À DETERIORAÇÃO DE SEMENTES PÓS-COLHEITA. 2026. 28 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia Bacharelado)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2026.

Resumo: A cultura do milho é uma das mais importantes economicamente para o Brasil, sendo responsável pela geração de emprego e renda. O aumento da produção de grãos nos últimos anos está associado ao uso de novas tecnologias, no melhoramento genético e no controle de qualidade de sementes. Contudo, um dos principais desafios da indústria sementeira é manter a qualidade das sementes durante o transporte do campo até a Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS), especialmente na colheita em espigas, em que as sementes são colhidas com elevados teores de água, favorecendo a deterioração e a perda de qualidade. Diante disso, o trabalho teve como objetivo estudar metodologias para avaliar a tolerância de genótipos de milho às condições de acondicionamento das sementes após a colheita em espigas até o processamento na UBS, utilizando o teste de deterioração controlada. Os experimentos foram realizados no Laboratório Central de Sementes da UFLA em três etapas, utilizando linhagens de milho previamente classificadas quanto à tolerância ao estresse térmico e à deterioração e a segunda etapa realizada com materiais fornecidos pela Bayer também já classificados quanto a tolerância a deterioração. Por meio do teste de deterioração controlada foi possível fenotipar as linhagens quanto a tolerância ou não a deterioração. O teste de deterioração controlada deve ser realizado com teor de água das sementes de 25, por 48 horas à 42?C, seguido pelo teste de germinação por 3 dias. Na última etapa foi avaliado o tamanho de amostra de espigas que permita distinguir genótipos de milho quanto à tolerância das sementes à deterioração, após a colheita em espigas, até o processamento na Unidade de Beneficiamento de Sementes. Para isso foi instalado um campo de produção de sementes na área experimental do Departamento de Agricultura da UFLA, no qual foram utilizadas duas linhagens 64 e 91, não tolerante e tolerante à deterioração, respectivamente. A colheita foi feita quando as sementes apresentavam cerca de 35 de umidade. Foram colhidas amostras de 20 e 60 espigas, em que parte das espigas foi submetida ou não ao estresse em lona plástica e exposição ou não à deterioração controlada, conforme metodologia definida anteriormente. Conclui-se que o uso de 20 espigas é suficiente para a realização da fenotipagem, utilizando-se da metodologia do teste de deterioração controlada proposta.

URI: https://sip.prg.ufla.br / publico / trabalhos_conclusao_curso / acessar_tcc_por_curso / agronomia/index.php?dados=20261202120745

URI alternaviva: sem URI do Repositório Institucional da UFLA até o momento.

Curso: G001 - AGRONOMIA (BACHARELADO)

Nome da editora: Universidade Federal de Lavras

Sigla da editora: UFLA

País da editora: Brasil

Gênero textual: Trabalho de Conclusão de Curso

Nome da língua do conteúdo: Português

Código da língua do conteúdo: por

Licença de acesso: Acesso aberto

Nome da licença: Licença do Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras

URI da licença: repositorio.ufla.br

Termos da licença: Acesso aos termos da licença em repositorio.ufla.br

Detentores dos direitos autorais: Luiz Fernando Novais e Universidade Federal de Lavras

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