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Título: LIBERDADE COMO EXPERIÊNCIA VIVIDA UMA CONCEPÇÃO À LUZ DAS IDEIAS DE INTENSIDADE, MULTIPLICIDADE E DURAÇÃO BERGSONIANA

Título alternativo: FREEDOM AS LIVED EXPERIENCE A CONCEPTION IN LIGHT OF BERGSONIAN IDEAS OF INTENSITY, MULTIPLICITY AND DURATION

Autoria de: Tulio Passos Lopes

Orientação de: Luiz Roberto Takayama

Presidente da banca: Luiz Roberto Takayama

Primeiro membro da banca: Renato dos Santos Belo

Segundo membro da banca: Felipe Nogueira de Carvalho

Palavras-chaves: Liberdade, duração, tempo, metafísica, psicologia.

Data da defesa: 12/12/2025

Semestre letivo da defesa: 2025-2

Data da versão final: 15/12/2025

Data da publicação: 15/12/2025

Referência: Lopes, T. P. LIBERDADE COMO EXPERIÊNCIA VIVIDA UMA CONCEPÇÃO À LUZ DAS IDEIAS DE INTENSIDADE, MULTIPLICIDADE E DURAÇÃO BERGSONIANA. 2025. 46 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia Licenciatura Plena)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2025.

Resumo: O presente trabalho se propõe a investigar a maneira como Henri Bergson realiza a dissolução do problema da liberdade em sua obra Ensaio sobre os dados imediatos da Consciência. O desenvolvimento envolve compreender como o problema da liberdade sofreu, na história da filosofia, segundo a análise de Henri Bergson, de uma incompreensão das categorias do tempo e espaço, o que gerou teses defensoras de correntes como o livre-arbítrio e o determinismo. A tarefa envolve observar que, diferente dessas vertentes e de outros pensadores, o tempo não é condição da experiência, porém o tempo, enquanto temporalidade, é a própria consciência, seu trabalho envolve psicologia e metafísica. Partindo de uma análise conceitual e bibliográfica, examina-se como Bergson concebe o modo que a consciência recebe informações, em que medida, a organização dos estados em seu interior interfere no modo como escolhemos e, posteriormente, no ato livre. O estudo implica entender como Bergson utiliza o conceito de duração, fundamental em toda sua obra, para pensar a consciência os estados não são, portanto, justapostos e articuláveis como objetos, fazem parte de uma multiplicidade qualitativa. A liberdade não deve ser entendida a partir da concepção de um eu cristalizado, que pondera sobre duas opções possíveis, nem como um ato que resulta inevitavelmente segundo determinadas condições. O ato livre se desdobra naturalmente, é uma expressão da totalidade e do eu profundo, pois, se origina de um sentimento que é capaz de tingir a personalidade inteira de uma pessoa, portanto, naquele instante, é capaz de representá-la.

Abstract: This study investigates how Henri Bergson dissolves the problem of freedom in his work Essay on the Immediate Data of Consciousness. The analysis examines Bergson??s claim that traditional approaches to the debate between determinism and free will stem from a misunderstanding of the categories of time and space. For Bergson, time is not a condition of experience but rather the very form of consciousness itself, a view that requires an articulation between psychology and metaphysics. Through a conceptual and bibliographical analysis, the research explores how Bergson understands the reception and organization of states within consciousness and how this organization influences choice and, ultimately, the free act. Central to this investigation is the notion of duration, which Bergson employs to oppose a spatialized conception of inner life. States of consciousness, instead of being juxtaposed and measurable like external objects, belong to a qualitative multiplicity. Freedom, therefore, is not the deliberation of a crystallized ego weighing alternatives, nor the inevitable result of given conditions. A free act unfolds naturally as an expression of the deep self, originating from a feeling capable of permeating the whole personality and representing it at a given moment.

URI: https://sip.prg.ufla.br / publico / trabalhos_conclusao_curso / acessar_tcc_por_curso / filosofia/index.php?dados=20252202110369

URI alternaviva: sem URI do Repositório Institucional da UFLA até o momento.

Curso: G024 - FILOSOFIA (LICENCIATURA PLENA)

Nome da editora: Universidade Federal de Lavras

Sigla da editora: UFLA

País da editora: Brasil

Gênero textual: Trabalho de Conclusão de Curso

Nome da língua do conteúdo: Português

Código da língua do conteúdo: por

Licença de acesso: Acesso aberto

Nome da licença: Licença do Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras

URI da licença: repositorio.ufla.br

Termos da licença: Acesso aos termos da licença em repositorio.ufla.br

Detentores dos direitos autorais: Tulio Passos Lopes e Universidade Federal de Lavras

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