Título: OCRATOXINA A NO CAFÉ REVISÃO SOBRE CONTAMINAÇÃO, IMPACTOS E ESTRATÉGIAS DE CONTROLE
Autoria de: Gabriela de Carvalho Silva
Orientação de: Renata de Aquino Brito Lima Correa
Coorientação de: Denis Henrique Silva Nadaleti
Presidente da banca: Renata de Aquino Brito Lima Correa
Primeiro membro da banca: Natália Maira Braga Oliveira
Segundo membro da banca: Marcelo Ribeiro Malta
Terceiro membro da banca: Denis Henrique Silva Nadaleti
Palavras-chaves: Micotoxina, segurança de alimentos, regulamentações, fungos toxigenicos, contaminação
Data da defesa: 17/06/2026
Semestre letivo da defesa: 2026-1
Data da versão final: 09/07/2026
Data da publicação: 09/07/2026
Referência: Silva, G. d. C. OCRATOXINA A NO CAFÉ REVISÃO SOBRE CONTAMINAÇÃO, IMPACTOS E ESTRATÉGIAS DE CONTROLE. 2026. 53 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Química Bacharelado)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2026.
Resumo: Este trabalho apresenta uma revisão bibliográfica e uma análise bibliométrica sobre a Ocratoxina A (OTA) na cadeia produtiva do café, uma commodity estratégica para a economia brasileira. A OTA é uma micotoxina produzida por fungos dos gêneros Aspergillus e Penicillium, classificada pela IARC (Agência Internacional de Pesquisa em Câncer) como possivelmente cancerígena (Grupo 2B). O objetivo foi relatar as vias de contaminação do grão, as legislações vigentes e as práticas de mitigação, além de mapear a produção científica mundial sobre o tema entre os anos 1968 e 2026. A metodologia envolveu pesquisa exploratória e análise bibliométrica na base Web of Science com apoio dos softwares ProKnow-C e VOSviewer. Os resultados indicam que as etapas de pós-colheita, especialmente a secagem e o armazenamento, são críticas para o desenvolvimento fúngico, sendo a atividade de água (Aw) entre 0,80 e 0,95 apontada como principal fator de risco. Observou-se uma divergência regulatória internacional enquanto a União Europeia reduziu recentemente os limites máximos de OTA (Regulamento 2022 ????1370), países como o Brasil mantêm limites superiores (RDC 7 ????2011 da ANVISA), o que configura barreiras não tarifárias ao comércio. A análise bibliométrica revelou que o Brasil lidera a produção científica global sobre o tema, com destaque para a pesquisadora Marta Hiromi Taniwaki. Conclui-se que a mitigação da OTA exige a adoção rigorosa de Boas Práticas Agrícolas (BPA) e de Fabricação (BPF), além de maior integração entre os elos da cadeia para harmonizar padrões de segurança do alimento e competitividade mercadológica.
URI alternaviva: sem URI do Repositório Institucional da UFLA até o momento.
Curso: G033 - ENGENHARIA QUÍMICA (BACHARELADO)
Nome da editora: Universidade Federal de Lavras
Sigla da editora: UFLA
País da editora: Brasil
Gênero textual: Trabalho de Conclusão de Curso
Nome da língua do conteúdo: Português
Código da língua do conteúdo: por
Licença de acesso: Acesso aberto
Nome da licença: Licença do Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras
URI da licença: repositorio.ufla.br
Termos da licença: Acesso aos termos da licença em repositorio.ufla.br
Detentores dos direitos autorais: Gabriela de Carvalho Silva e Universidade Federal de Lavras
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